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Marketing médico: quais as limitações legais e como fazer?

Muitos médicos e especialistas pensam em maneiras diferentes de divulgar seus serviços e alcançar maior número de pessoas, não concretizando seu desejo apenas por falta de conhecimento no que tange aos limites da autopromoção da área.

Se você está interessado em investir em marketing médico, é importante saber que investir em publicidade no setor sem ferir o código de ética da profissão é mais simples do que parece: é preciso apenas conhecer estratégias especiais e ter orientações corretas.

Ainda duvida? Siga a leitura e entenda de vez as limitações legais do marketing para a medicina e como fazê-lo de maneira eficiente!

Há limitações legais para o marketing médico?

Algumas limitações são impostas ao profissional que deseja fazer marketing médico e promover seus serviços. O Conselho Federal de Medicina (CFM) define o que é vedado e o que é possível.

Foi o órgão o responsável pela edição da Resolução n.º 2.126, de 2015, que definiu os parâmetros mínimos para que o médico evite apelar para o sensacionalismo ou faça autopromoção extrema, proibindo expressamente algumas práticas.

Todo médico pode começar a definir sua estratégia de divulgação a partir do bom senso, porém qualquer profissional deve ter a consciência de não expor seus pacientes a situações vexatórias, honrando a profissão e mesmo as normas legais, que determinam ser inviolável a vida e a privacidade de toda pessoa.

O que fica proibido nesse tipo de publicidade?

O CFM veda a publicação de selfies (autorretratos) com pacientes, especialmente durante atendimentos e cirurgias, assim como vídeos ou áudios que acabem por promover a concorrência desleal ou o sensacionalismo. A divulgação de práticas e métodos que foram validados pelo órgão também é vedada.

Além disso, o órgão confirmou em sua resolução que é proibida a divulgação de qualquer graduação ou título que não se possua comprovadamente. Os conselhos regionais ficam responsáveis por investigar suspeitas de violações, podendo aplicar multas, advertências e até mesmo suspensões de licenças concedidas.

O que é possível fazer para promover serviços? 

Embora a resolução regulamente práticas e impeça a realização de certas atividades (especialmente para divulgações on-line), a sua intenção é apenas proteger a livre concorrência e a imagem do paciente.

Logo, várias atitudes são permitidas, como a divulgação de especialidades validadas pelo CFM, veiculação de notícias e textos que visem informar o seu público e, especialmente, a utilização das redes sociais de maneira sóbria e com parcimônia.

Vale publicar fotos do consultório, dos profissionais que fazem parte de equipes, materiais de que se dispõe e utilizar estratégias nesse sentido, sempre usando uma identidade visual própria. Redes como Facebook e Instagram possuem grande visibilidade, sendo altamente recomendadas.

O profissional pode, ainda, a fim de informar os pacientes, fazer vídeos em que explique melhor os procedimentos que oferece sem jamais, porém, garantir resultados práticos: a sua obrigação é apenas fornecer o melhor serviço de acordo com as diretrizes da profissão.

E então, entendeu como fazer marketing médico sem infringir nenhuma norma? Assine a nossa newsletter e não perca mais nenhuma dica sobre como produzir uma campanha de publicidade eficiente!


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