Minuto B - Consumindo música no coronavírus! - Balaio da Criação

Por João Kzam

João Kzam, #osenhordabusca, facilitador, palestrante, comunicador, jornalista digital, conteudista, content maker, podcast maker da Balaio da Criação e uma das vozes do Minuto B do PodAí da Balaio.

Publicado em 14 de abril de 2020 | Atualizado em 14 de abril de 2020


Consumindo música no coronavírus Como o coronavírus nos fez repensar as possibilidades de consumir música Que os serviços de streaming cresceram e ficaram de vez no mercado fonográfico, isso é um fato, mas o coronavírus também afetou outros pontos desse mercado. Com cada vez mais as pessoas consumindo nas plataformas

Consumindo música no coronavírus

Como o coronavírus nos fez repensar as possibilidades de consumir música

Que os serviços de streaming cresceram e ficaram de vez no mercado fonográfico, isso é um fato, mas o coronavírus também afetou outros pontos desse mercado. Com cada vez mais as pessoas consumindo nas plataformas digitais e menos com produtos físicos, os shows viraram o centro de todo o processo criativo de muitos artistas.

Como uma das indicações da OMS (Organização Mundial da Saúde) para diminuir a curva de contaminação do coronavírus é o banimento de aglomerações, logo os eventos e shows foram diretamente afetados, os artistas ficaram sem datas marcadas de shows e automaticamente sem trabalhos. Foi então que uma ferramenta do instagram se tornou o contato direto entre artistas e público, os stories com suas opções em live, viraram o centro de todos que queriam continuar criando relação artísticas com seus fãs e até curiosos.

Os artistas grandes foram os primeiros, com datas específicas, muitas vezes num formato de festival digital, organizados por temas e estilos musicais, se reuniram digitalmente para fortalecer o trabalho de todos. Artistas alternativos fizeram o mesmo e conseguiram realizar suas lives e atrair os seus fãs. O movimento ainda está acontecendo enquanto estamos falando sobre, a quarentena parece se estender por mais tempo e outros artistas estão interessados nesse formato.

A questão é, quando o coronavírus estiver controlado e os shows voltarem a acontecer, será que não teremos sofrido o impacto real desse isolamento e consumiremos essas plataformas de maneiras diferentes? Os fãs podem cobrar no futuro conteúdo direcionado para essas mídias, seja pelos motivos diversos acho que estamos passando por uma fase de mudança de comportamentos, nossas relações interpessoais estão sendo questionadas e reavaliadas, e o mercado fonográfico com certeza tem sido um dos que mais conseguiu reformular o seu modus operandi.

Só o tempo dirá se mudaremos nossa forma de consumir músicas e artistas musicais, mas é um fato que o isolamento causado pelo coronavírus mudara nossa maneira de pensar e de agir, que estejamos mais atentos para todas essas mudanças.

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